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vozes

Me trata como uma maldição e depois me diz que sou sua salvação. Nunca estou com o estranho que eu conhecia tão bem. Esperar sua resposta é como uma tortura. Como eu poderia crescer acostumado com esse tipo de inferno? Você está levando o cachorro pra passear? Pois esse cão não é novo. Você está fora de controle ou é o cachorro que está te levando? Você não teve o suficiente, agora seu tempo acabou. Me mostre seu carma.

Vozes começam falam em sua mente, me diz o que elas falam. Ecos distantes de outras épocas começam a invadir seu cérebro, você está brincando por aí, é como se fosse uma repetição. Você largou tudo com tanta freqüencia que começou a acreditar. Você tem demônios internos logo ninguém pode te culpar, mas quem é o senhor e quem é o escravo?

Primeiro você diz que me ama e depois quer me largar, depois diz que está arrependido. Você jogou tão bem que comprei sua ilusão. Você é o melhor vendedor. Como eu poderia recusar algo que você vendeu a si mesmo?

Adaptação da música ‘Voices’, de Madonna.

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o começo

…e ainda algumas pessoas me perguntam e dizem ‘por que VOCÊ se afastou? por que VOCÊ mudou? a gente sente SUA falta’.
e nada verdade elas deveriam se perguntar e dizer a si mesmas ’será que EU te afastei? será que EU mudei? EU estou em falta’.

A vantagem de crescer e amadurecer é ter a possibilidade de escolher melhor e evitar ser machucado ao invés de se sujeitar a convívios sociais forçados onde não podemos esperar nada pois a doação não é recíproca.

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o menino, as letras e a luz

Eu via a mãe com a filha no balancinho, o pai com o filho nos ombros. Meninas que não deveriam ter mais de 10 anos com seus vestidos rodados e seus laços na cabeça. Eu pensava, Há algo errado/Porque essas meninas estão de vestido para brincar no parque?/Elas vão se sujar.

Olhando mais fundo, vi um garoto, embaixo de uma árvore. Ele usava suspensórios, gravata borboleta, cabelo com gel repartido milimetricamente perfeito. Sentado como índio, ele não era atingido pela luz do sol e não interagia com ninguém. Tentava esticar as pernas mas quando o sol as tocava, ele as retraia novamente. Ele ria e olhava pra cima, para os lados, como se estivesse desconfiado. Na mão dele não dava para ver bem o que tinha, mas pareciam letras e luzes. Ele as embaralhava e alternava entre as suas mãos. Tentava formar frases mas parecia difícil pois a luz vermelha em sua mão esquerda caía o tempo todo, e ele perdia a concentração. E, se alguém chegasse, se aproximasse, ele escondia a luz e respirava aceleradamente. Ficava tenso.

“Me deixe segurar essa luz para você”, disse um senhor, com os cabelos bem brancos e bigode. O garotinho respondeu “A luz? Não posso. Se você quiser segurar as letras, eu deixo.” O senhor, deu um sorriso e disse “Mas é somente uma luz, assim você poderá brincar melhor com suas letras ou com as outras crianças”. Desconcertado, o garotinho respondeu “Talvez para o senhor seja apenas uma luz, mas para mim é muito mais. Leve as letras, mas me deixe à luz.”

O senhor, espantado com a postura do garoto, insistiu “Por que ela é tão importante para você?” O garoto respirou fundo e largou as letras para colocar sua minúscula mão no rosto do velhinho. “Todos neste parque estão focados somente em uma coisa ou brincando entre si. Eu não, não posso. Agora só tenho uma mão em seu rosto e a outra segurando a minha luz vermelha ainda mais forte. Enquanto ela brilhar, tudo o que eu lhe disser será sincero e jamais estarei sozinho. Do que me adianta as palavras prontas e deixar essa luz apagar porque me esqueci de cuidá-la?”, disse o menino.

O garoto levantou, e com um leve sorriso tímido deu um beijo na testa do senhor e foi embora. As letras ficaram espalhadas no chão. O senhor, trêmulo, tentou formar alguma palavra mas não conseguia. Naquele momento, um sentimento familiar preencheu o vazio que há muito tempo roncava em seu peito e percebeu que aquela luz não era uma simples luz. Aquela luz era o amor em sua forma mais radiante, pura e verdadeira.

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quem eu sou

Sou o filho de Elisa, uma mulher única que anulou a própria vida pelo sucesso alheio e para construir uma família. Embora não reconhecessem isso e quase destruída, ela superou os desafios e dignamente conseguiu criar três filhos e uma prima com todo amor, carinho e honestidade. Sou abençoado por ser um deles.

Sou formado em propaganda, mas no iG trabalho com internet – o que sempre realmente gostei. Faço freelas de madrugada.

Sou o dono de casa, o pai, o filho, o irmão, o amigo – tudo porque eu escolhi e não virei às costas pra ninguém, afinal, reconheço de onde vim e reconheço quem realmente batalhou na vida para que eu tivesse sucesso.

Também sou o namorado, o integrante do Fab5, que de vez em quando vira 7licious. O estressado, divertido, triste, dorminhoco, sonhador, sincero, perdido, popchiclete, eletrônico, tecnológico.
Em mim, cada célula é formada pela história, a essência de alguém, uma passagem de vida.

Agradeço a todos que me fizeram o bem pois não seria nada sem vocês.

E agradeço ainda mais a vocês, que viraram as costas e não se importaram de causar o mal e me cultivarem o sofrimento, pois fizeram com que eu lutasse – e ainda continuo – para me tornar alguém muito melhor que eu mesmo e alguém muito melhor que cada um de vocês jamais conseguiria ser.

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london (10/09 – 15/09)

10 anos de sonhos. As unhas roídas. A imigração. O impedimento. A corrente quebrada, a mala revirada, o xingamento proferido. O choro contido. A vontade de ir embora. Pisar em Londres foi um choque, literalmente. Uma humilhação. Um balde de água fria depois de 10 anos esperando pelo então dia de chegar a terras inglesas. Por algumas horas e até acordar, um ódio me possua e a cidade ficou feia, perdeu a graça. Chegar ao apto. foi um alívio. Dormir: nossa, a salvação pois nada como uma fucking good night pra relaxar os ânimos e me permitir viver o sonho tão aguardado.

O sotaque inconfundível, as bochechas rosadas, os tantos metros de altura, ônibus de dois andares, tijolinhos por todo o canto, phone booths.

Londres é uma cidade jovem, na essência. As pessoas têm uma velocidade e vida acelerada. Às 7pm os pubs estão lotados, decorados por pessoas de todos os gêneros e profissões. No tube (metrô) “mind the gap please” e se fizer algo errado e for loira, não vai adiantar pedir desculpas porque “you’re still blond stupid”. É uma cidade desbocada, onde tudo se mistura e fica harmônico. São pessoas evoluídas e diretas, vivendo em meio a um espaço clássico. Não se assuste ao ver um engravatado com piercing no nariz ou um senhor tatuado com barbicha.

As pessoas são o que são e não ligam pros outros.

Há muito tempo olho ao meu redor em São Paulo e no Brasil, e me sinto completamente deslocado. Sabe quando você não se sente parte de nada? Pois é. E, sempre que via Londres, seja através da internet, música e filmes, imaginava que lá encontraria identificação. E eu estava certo.

Próxima parada? iG.

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paris (07/09 – 10/09)

O pouso. O frio da barriga. Os primeiros passos. Bon jour, bon soir, merci.
A cada segundo era difícil assimilar a necessidade de todos os meus sentidos querendo ouvir, cheirar, sentir, ver e a boca muda e ao mesmo tempo histérica diante de tanta novidade.

Uma revista viva, é minha real definição de Paris. As pessoas não são bonitinhas, bonitas. As pessoas são lindas, extremamente bem vestidas e com um ar superior único. Há quem diga que eles são nojentos, mas eu te pergunto: você também não seria morando na capital com a maior bagagem histórica e cultural concentrada em um sonho arquitetônico com forma de pirâmide de vidro? Onde tem uma torre famosa que em qualquer lugar da cidade ela faz questão de ser vista? Uma arquitetura linda, permeada por castelos, vilas e uma vista clássica que só temos contato em livros de história ou filmes? A cidade com a igreja mais famosa do mundo? Desculpa, mas eles podem.

Muitas pessoas disseram péssimas coisas sobre Paris, o que foi melhor ainda. Não criar expectativas e evitar livros/revistas/fotos da cidade me fez ter um choque a cada novidade e a cada mito desmitificado. Sim, as pessoas cheiram mal um pouquinho e, não, eles não são mal educados ou arrogantes. A única manifestação arrogante foi de um funcionário com nacionalidade questionável e definitivamente não parisiense.

E, para descansar depois de tanta beleza, nada melhor que ir para um Hotel com quartos temáticos – detalhe para o meu quarto, com tema do Concurda de Notre Dame (e, se nesse momento você pensou em algo Disney, esquece!).

Paris é uma cidade pra se morar se você realmente merecer. Você tem que saber fazer biquinho, ter uma postura intocável e de longe ser visivelmente um anúncio de revista foragido. Do contrário, escolha outra cidade ou se acostume a babar e não ser babado.

Próxima parada? London.

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churras espm

Sábado, 30/06, 2 horas longe de São Paulo. O melhor churrasco que já fui.
Não aderi à formatura por que$tões burocrática$ mas o gentil presente da queridona Dri fez com que eu pudesse estar presente! E valeu a pena, muuuuuito a pena!!!

Comi, dancei, bebi, ri, ri ri ri e ri muito mais! Tive um blecaute interno mas tudo bem! Foi saudável!! Terminei o dia indo ao Rockets com a Clá e o Alê – que agüentou a bebedeira até às 04h da manhã!

Ao longo dos 4 anos de facu fiz amizades que vou levar pra vida toda. Mas, 4 dessas são realmente especiais. Dri, Ciba, Clá e Fê Calado! Essas 4 meninas já tinham em mim um carinho muito especial mas no último ano do curso ficamos muito muito muuuuuuuuito mais próximos! Hoje as tenho no coração como pessoas sensacionais! Amo essas garotas!

Foi ótimo passar o dia todo com vocês, meninas! Com o resto da sala também, mas com elas….! Inexplicável! Ah, ‘brigado por cuidarem do bebum!

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o novo publicitário

Dia 22 de Junho de 2007 ficará guardado para sempre em minha memória.

Após dias e noites intermináveis meu trabalho de conclusão de curso (pge) e conseqüentemente meu curso chegaram ao fim.

A apresentação teve início às 19h30, no maior auditório da ESPM, o Philip Kotler. Por volta das 19h começaram a chegar as pessoas queridas que tiveram um papel mais do que especial para mim.

Lá de cima do palco, enquanto eu aguardava minha vez de falar, por diversas vezes fiquei emocionado ao ver todos que estavam presentes.

Mãe, Bia, Alê, Emi, Yu, Maê, Pai, Rô, Fêrr, Fê Calado, Ciba, Dri, Poly, Helio.

Só faltou minha irmã Fernanda, minha prima Priscila, meu amigo Heron, a Ninja Prateada Silvia, a Clá e os queridos Vitor e Rogério – figuras essenciais para a 1ª fase do meu tcc.

Era engraçado e confortante ver que cada vez que eu dava um passo a frente para falar, via cabecinhas de uma fileira toda se inclinando para frente. Poderia dizer que aquela era minha fileira.

Todo o processo foi muito cansativo e estressante mas também um enorme aprendizado em todos os sentidos. Em pouco menos de 1 hora tudo acabou.

Com nota 8.5, na companhia das pessoas que mais amo, às 20h45 do dia 22/06/2007 me transformei no mais novo publicitário do mercado. Não poderia pedir dia mais especial e dia mais feliz.

Nunca consegui reunir pessoas que amo tanto em um mesmo lugar. Mas dessa vez, todos estavam lá, bem quase todos, presentes, vibrando e comemorando comigo mais essa conquista.

Amo muito todos vocês.
Obrigado por tudo, sempre, principalmente por me aguentarem nos últimos meses!

Que essa nova fase que surge tenha uma trajetória tão intensa como a sua precedente! E, mais uma vez, que venha o próximo desafio!

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agradecimentos

Finalmente o que parecia infinito chegou ao fim. segue abaixo texto de agradecimento que faz parte do meu trabalho de conclusão (pge):

“Um crescimento pessoal e profissional incrível. É assim que posso definir o que obtive durante os meses em que estive dedicado ao PGE. Risadas, surpresas, novidades, aborrecimentos, brigas, decepções, cansaço, satisfação e orgulho. Sentimentos tão opostos que se misturaram ao decorrer do processo e transformaram o PGE em uma experiência única.

Desde Agosto de 2006 tenho ao meu lado três colegas que são grandes amigos e, não vejo a hora de voltar à vida real para esquecermos as adversidades que estremeceram as relações. Alguns me decepcionaram, outros me surpreenderam, outros se destacaram. Obrigado Carol (e seu irmão) por toda a força e suporte dado ao grupo nos momentos mais difíceis e por ter transformado sua casa na Central PGE. Obrigado Dante que, criativo como sempre e com um alto astral incrível, foi responsável por grandes risadas e momentos de descontração. Obrigado Silvia por oferecer ao grupo seus conhecimentos em áreas tão específicas.

Na primeira parte de nosso projeto, que inicialmente era sobre a marca V.ROM, contamos com a ajuda dos queridos Vitor e Rogério – ex-pais da marca – e parte da equipe, formada pela Bianca, os vendedores Yuri e Patrícia, e o amigo João Carvalho – quem teve um papel fundamental para que o PGE I nascesse. O carinho e atenção de vocês sempre estarão guardados comigo e por mais que eu agradeça acredito que nunca será suficiente.

Em Fevereiro de 2007, início do PGE II, mudanças gerais batem à porta. A marca V.ROM tem sua sociedade desfeita e a entrada do Renato como o 5° integrante do grupo e no papel de diretor de Varejo da Speedo no Brasil, se torna um susto e uma oportunidade para o grupo. Em uma votação democrática, com resultado de três votos contra dois, transforma a Speedo em nossa empresa foco do PGE, deixando para trás todo o projeto já desenvolvido para a V.ROM.

Uma corrida contra o tempo, misturada com uma turbulenta dinâmica de grupo transformou o projeto em algo mais pesado do que cada um podia carregar, até que todos surtaram e decidiram seguir um caminho produtivo e focado: fazer um PGE que atenda as expectativas de cada um e da ESPM.

Obrigado ao Luiz por todo o aprendizado oferecido, a paciência e pelos telefonemas atendidos aos fins-de-semana e feriados nas horas mais impróprias. Obrigado a super Polyana e braço direito do Luiz que ajudou, muito mesmo, todo o grupo.

Além de todos envolvidos diretamente no PGE, existem aqueles que assistiram e tiveram seu papel fundamental. Minha mãe, por sempre que eu cheguei em casa ter aberto os braços para dar todo o amor, carinho e ensinamento; minha irmã Bia, que é meu orgulho e meu sorriso diário; ao mais do que amigo Alê, por todo o suporte emocional e psicológico; aos amigos Emi, Heron, Yu e Sil (e novamente o Alê), que transformaram os poucos momentos livres em momentos únicos; as meninas do PGE da Cavalera que sempre estiveram dando força e pelas muitas risadas; ao meu Pai e a sua esposa Rosana (Rô), que me possibilitaram percorrer os 4 anos de ESPM e acreditaram no meu potencial.

Chegar até aqui e concluir o PGE são como um prêmio pelos 4 anos de uma história incrível onde passei pelos momentos mais emocionantes, malucos e inusitados. Enfrentei meus próprios demônios, superei obstáculos, aprendi, dei o meu melhor, tropecei, vivi, vivi e vivi mais e mais. Provei a mim mesmo que somos capazes de ir muito além do que imaginamos e que sempre existe muito mais a se buscar.

Que venha o próximo desafio!”.

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alegria ou alergia

Decisões erradas, resultados piores ainda.

Em Fevereiro minha vida acadêmica era só alegria. Às vésperas de me formar, o meu trabalho de conclusão era sobre a V.ROM, graças a ajuda de pessoas queridas e atenciosas como a Bianca, Vitor e Rogério, que sempre estimularam o nosso projeto.

Até que tudo foi, literalmente, por água abaixo.

Como dito em um blog anterior, a marca atual é a Speedo. Descobrir que o 5° elemento, que entrou no começo do ano no grupo, era o Sr. Speedo Jr.* , fez muito mais sentido para muita coisa: principalmente pelo fato da maioria do grupo ficar babando por ele e ter saído correndo atrás da Speedo.

*Sr. Speedo Jr. não é o filho do criador da Speedo e está longe de ser. Não entrarei em detalhes sobre a peça pois nunca tive o objetivo de prejudicar a imagem de ninguém, apenas de expôr meus pensamentos.

Ao longo dos últimos meses, o estresse, desrespeito, mentiras, atitudes egoístas, disputas, maluquices, gastrites, dores de cabeça e vontade de matar alguém afogado fez parte do grupo. O clima de alegria, mesmo com todas as dificuldades que enfrentávamos ao fazer um trabalho sobre moda masculina – já que o mercado no Brasil ainda engatinha – já não existia mais.

O trabalho não pôde ficar somente na vida acadêmica. Extrapolou e invadiu a vida pessoal de cada um. Ao passar em frente a uma loja Speedo, ou quando coloco minha sunga, óculos e touca Speedo para fazer natação, me dá uma certa alergia.

Triste ver que um projeto, que tinha tudo pra dar certo, foi por água abaixo simplesmente porque 1 ou 2 integrantes do grupo se esqueceram que o trabalho é do grupo, e transformaram todo o processo em um verdadeiro inferno, que graças a Deus não passa do dia 22/06.

Aí, quando acabar, vou colocar uma roupa da V.ROM, ir prum boteco com quem eu realmente gosto e comemorar não à minha formação, mas sim o fato de me livrar de um peso que está me enlouquecendo a cada dia.

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